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Dashboards de gestão para PMEs: saber o que está a acontecer no negócio

Se a pergunta «quantos pedidos entrou esta semana e de onde?» exige três conversas e um Excel, não tem um problema de relatórios. Tem um problema de sistema. O dashboard é a face visível disso.

Dashboard de pedidos e origem de clientes num monitor de escritório

Resposta rápida

Um dashboard de gestão para PMEs em Portugal mostra, em tempo quase real, quantos contactos entraram, de que canal, quantos estão atrasados e o que foi fechado. Só funciona se o CRM e o site registarem os dados. Sem isso, o painel é um gráfico vazio ou um Excel bonito.

O problema

Donos de PME decidem por intuição porque os números estão espalhados: Google Ads num ecrã, Instagram noutro, WhatsApp na cabeça, faturação no TOC. Marketing gasta-se sem saber o que trouxe orçamentos. A equipa diz que «está tudo controlado».

Ferramentas de BI (Looker, Power BI, Metabase) são excesso para a maior parte das pequenas empresas e subaproveitadas nas médias se a fonte de dados for caótica. O valor está em quatro ou cinco métricas do funil comercial, actualizadas, não em 40 KPIs.

Não sabe quantos pedidos entrou esta semana

Não sabe que canal traz clientes que fecham

Reuniões a reconstruir números à mão

Anúncios sem ligação ao que foi orçamentado

Cada responsável tem a sua folha

Decisões de contratar ou investir no escuro

Um painel ligado ao funil — não um relatório de vaidade

Definimos as perguntas que o dono ou o gerente faz todas as semanas. Ligamos as fontes que já existem (site, CRM, Google Business, campanhas se houver). Mostramos o funil: entrada, atraso, proposta, ganho. Sem jargão de «north star».

O dashboard vem depois do registo. Se as leads ainda vivem só no WhatsApp, primeiro o CRM. Senão estamos a visualizar o vazio.

1

Métricas do funil

Pedidos, origem, tempo de resposta, propostas em aberto, taxa de fecho — as que mudam a decisão da semana.

2

Uma fonte

Os números saem do sistema de leads, não de um Excel que alguém actualiza à sexta.

3

Leitura simples

Ecrã para telemóvel e para o escritório. Se precisar de um analista para perceber, está mal feito.

Resposta em 30 segundos à pergunta «como vamos»Menos reuniões a discutir númerosInvestimento em canais com evidênciaAtrasos de follow-up visíveis

O que inclui

Painéis típicos: pedidos por semana, origem, pipeline por estado, tempo médio até primeiro contacto, comparativo mensal. Acesso por perfil (dono vê tudo; comercial vê o seu). Exportação só se for precisada pelo TOC — o objectivo é deixar de viver no export.

Benefícios

Passa a cortar o que não traz pedidos e a reforçar o que traz. A discussão na reunião deixa de ser opinião contra opinião.

Em empresas com várias unidades, o mesmo painel por local evita que Lisboa e o Porto operem como duas empresas que não se falam.

Para quem é indicado?

Donos e gerentes de PMEs que já têm (ou vão ter) um fluxo de pedidos digital. Sem volume mínimo, um caderno chega — e dizemos isso.

Empresas médias com comerciais e marketing a puxar números diferentes. O dashboard alinha a conversa. Não é um data warehouse nem substitui a contabilidade.

Pequena, média ou a crescer

Começamos por um ecrã. Quando o volume e as perguntas crescerem, acrescentamos cortes por serviço, cidade ou campanha. Não vendemos «analytics» como produto isolado.

Perguntas frequentes

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