Formulário de orçamento
Pedidos estruturados, com toda a informação.
Em Lisboa, um pedido de remodelação de casa de banho ou cozinha vale milhares de euros. O problema raramente é a qualidade da obra. É o pedido que chega ao fim de semana, fica no WhatsApp do encarregado e ninguém volta a ligar até o cliente já ter três propostas de Oeiras ou de Cascais.

Resposta rápida
Em Lisboa, um pedido de remodelação de casa de banho ou cozinha vale milhares de euros. O problema raramente é a qualidade da obra. É o pedido que chega ao fim de semana, fica no WhatsApp do encarregado e ninguém volta a ligar até o cliente já ter três propostas de Oeiras ou de Cascais.
Na Grande Lisboa a procura não falta: prédios antigos em Campo de Ourique e Alvalade, apartamentos novos no Parque das Nações, moradias em Oeiras e Cascais. O cliente pesquisa no Google, olha para fotografias, compara duas ou três empresas e envia a mesma mensagem a todas — muitas vezes à noite, com fotos da casa de banho e a pergunta «quanto fica?».
Quem responde em poucas horas, com um processo claro, ganha a visita. Quem depende da memória do dono de obra, de um caderno na carrinha ou de um grupo de WhatsApp da equipa, perde o contacto sem se aperceber. O concorrente não é necessariamente melhor de pistola. Está só mais organizado.
Lisboa concentra muita oferta no mesmo código postal. Isso torna a primeira resposta e o follow-up mais importantes do que um logótipo bonito. O cliente não espera uma proposta fechada no mesmo dia. Espera um «recebemos, vamos ver as fotos, podemos ir ver a obra na quinta?». Sem dono do pedido, essa frase nunca sai.
Muitos donos de empresas de remodelações em Lisboa ainda gerem o comercial no intervalo entre estaleiros. Ligam no carro, prometem orçamento, esquecem-se quando a obra actual aperta. Passam oito dias. O cliente já avançou com outra empresa de Almada ou de Loures. Não foi falta de trabalho. Foi falta de sistema.
Não substituímos o PHC nem o software de estaleiro. Organizamos o que acontece antes da obra ser adjudicada — o pedaço que hoje vive no telemóvel.
Formulário no site, WhatsApp ou chamada: o contacto fica registado com zona (Lisboa, Oeiras, Cascais, Almada), tipo de trabalho e fotos.
Visita, medição, envio de proposta ou «à espera de plantas». Alguém é dono do pedido. Não fica no ar.
Lembrete para ligar dois ou três dias depois de enviar o orçamento. Em Lisboa o cliente compara. Quem não volta a aparecer sai da corrida.
Quantos pedidos esta semana, quantos orçamentos abertos, quais estão parados. Decisões com números, não com impressão.
O padrão mais comum: o cliente envia fotos ao fim de semana, o encarregado vê na segunda a meio de uma demolição em Alvalade, responde «já olhamos» e não volta a escrever. Na quarta o cliente já tem visita marcada com outra empresa de Oeiras. Não houve recusa. Houve silêncio.
O segundo padrão: o orçamento sai em PDF, sem data de validade visível e sem dono de follow-up. Em Lisboa o cliente pede três preços. Quem não telefone dois dias depois sai da lista mental. O Excel na pasta «orçamentos 2026» não lembra ninguém.
O terceiro: a empresa cresceu e o comercial ficou no telemóvel do sócio. Enquanto há uma obra de cada vez, aguenta. Com duas frentes — uma em Campo de Ourique e um apartamento no Parque das Nações — o WhatsApp torna-se ruído. O sistema não tira o sócio da obra. Tira-lhe a obrigação de ser a única memória da empresa.
Se isto descreve a vossa semana, o Mapa Gratuito serve para apontar duas ou três mudanças concretas, não para vender um pacote genérico. Pode ser só o formulário e a lista de pedidos. Pode incluir lembretes. O âmbito fica escrito antes de começar.
O sistema da TITWS liga website, CRM simples e automações de seguimento. Serve empresas de remodelações, pinturas, casas de banho, cozinhas e obras interiores que trabalham Lisboa e concelhos à volta — sem precisar de uma equipa comercial dedicada.
Pode começar pelo formulário e pelo CRM. WhatsApp continua. A diferença é que a conversa deixa de ser o único sítio onde o pedido existe. Quando o encarregado está em obra em Alvalade, o orçamento de Cascais não desaparece.
Isto não é um ERP de construção. Não gere estaleiro, custos de material nem auto de medição. Resolve o caos comercial: quem pediu, o que pediu, o que foi enviado, o que falta fechar.
Pedidos estruturados, com toda a informação.
Cada pedido com dono e próximo passo.
Nenhum orçamento esquecido.
Empresas com volume regular de pedidos — não o particular que faz uma obra por ano. Se já recebe WhatsApp, Instagram e chamadas todas as semanas e sente que alguns ficam sem resposta, o sistema paga-se em pedidos recuperados.
Também faz sentido se a empresa cresceu por recomendação em Lisboa e agora compete com quem aparece no Google. O passa-palavra continua. Só deixa de ser o único canal.
O Mapa Gratuito não pede para parar o estaleiro. Pedimos o site, uma descrição de como entram os pedidos hoje, e devolvemos duas ou três prioridades. Pode ser um formulário que não existe, um CRM simples, ou só o hábito de dar dono a cada WhatsApp.
Empresas de remodelações em Lisboa têm medo de «mais um programa». Por isso começamos pequeno. A primeira fase tem de caber na semana real: visitas, compras, gesso. Se o sistema exigir uma pessoa nova a tempo inteiro, está mal desenhado.
Quando o funil fica visível, o sócio deixa de descobrir orçamentos mortos no fim do mês. Isso não substitui boa execução em obra. Substitui o silêncio que hoje custa visitas em Oeiras e Cascais.
Analisamos a presença digital da sua obras e remodelações em Lisboa e mostramos onde está a perder contactos e como captar mais clientes — sem compromisso.
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